Catecismo e Homilia — XIII Domingo do Tempo Comum – Ano C

CIC 557: a subida de Jesus a Jerusalém para a sua morte e ressurreição
557 «Ora, como se aproximavam os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a firme resolução de Se dirigir a Jerusalém» (Lc 9, 51)1. Por esta decisão, indicava que subia para Jerusalém pronto para lá morrer. Já por três vezes tinha anunciado a sua paixão e a sua ressurreição2. E ao dirigir-Se para Jerusalém, declara: «não se admite que um profeta morra fora de Jerusalém» (Lc 13, 33).
CIC 2052-2055: “Mestre, que hei-de fazer…?”

Catecismo e Homilia — XII Domingo do Tempo Comum – Ano C

CIC 599-605: a morte redentora de Cristo no desígnio divino da salvação
599 A morte violenta de Jesus não foi fruto do acaso, nem coincidência infeliz de circunstâncias várias. Faz parte do mistério do desígnio de Deus, como Pedro explica aos judeus de Jerusalém, logo no seu primeiro discurso no dia de Pentecostes: «Depois de entregue, segundo o desígnio determinado e a previsão de Deus» (At 2, 23). Esta linguagem bíblica não significa que os que
«entregaram Jesus»1 foram simples atores passivos dum drama previamente escrito por Deus.
600 A Deus, todos os momentos do tempo estão presentes na sua atualidade. Por isso, Ele estabelece o seu desígnio eterno de «predestinação», incluindo nele a resposta livre de cada homem à sua graça: «Na verdade, Herodes e Pôncio Pilatos uniram-se nesta cidade, com as nações pagãs e os povos de Israel, contra o vosso santo Servo Jesus, a quem ungistes2. Cumpriram assim tudo o que o vosso poder e os vossos desígnios tinham de antemão decidido que se realizasse» (At 4, 27-28). Deus permitiu os atos resultantes da sua cegueira3, com o fim de levar a cabo o seu plano de salvação4.

Catecismo e Homilia — XI Domingo do Tempo Comum – Ano C

CIC 1441-1442: só Deus perdoa o pecado
1441 Só Deus perdoa os pecados1. Jesus, porque é Filho de Deus, diz de Si próprio: «O Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados» (Mc 2, 10) e exerce este poder divino: «Os teus pecados são-te perdoados!» (Mc 2, 5)2. Mais ainda: em virtude da sua autoridade divina, concede este poder aos homens3 para que o exerçam em seu nome.
1442 Cristo quis que a sua Igreja fosse, toda ela, na sua oração, na sua vida e na sua atividade, sinal e instrumento do perdão e da reconciliação que Ele nos adquiriu pelo preço do seu sangue. Entretanto, confiou o exercício do poder de absolvição ao ministério apostólico. É este que está encarregado do «ministério da reconciliação» (2 Cor 5, 18). O apóstolo é enviado «em nome de Cristo» e «é o próprio Deus» que, através dele, exorta e suplica: «Deixai-vos reconciliar com Deus» (2 Cor 5, 20).